SAÚDE

No 1º dia de quarentena mais rígida, Pernambuco registra alta na média móvel de casos e mortes por covid-19

A tendência, em relação aos infectados, se repete há quatro dias, e no número de óbitos, há 10

Katarina Moraes
Katarina Moraes
Publicado em 18/03/2021 às 13:34
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FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
Movimentação em Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, nesta quinta-feira (18) - FOTO: FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
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Os dados epidemiológicos trazidos pelo boletim desta quinta-feira (18) da Secretaria Estadual de Saúde deixaram as médias móveis de casos e mortes por covid-19 em Pernambuco em alta de 36% e 69%, respectivamente, em comparação aos números de 14 dias atrás. A tendência, em relação aos infectados, se repete há quatro dias, e no número de óbitos, há 10.  

A média móvel contabiliza a média dos últimos sete dias e compara com 14 dias atrás. Variações acima de 15%, sejam para mais ou menos, indicam tendência de alta ou queda respectivamente. Quando o índice fica abaixo de 15%, é considerada tendência de estabilidade. O indicador é considerado a melhor forma de medir o comportamento da pandemia.

Nesta quinta (18), o Estado registrou mais 2.139 casos do novo coronavírus. Desses, 130 (6%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.009 (94%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 325.315 casos confirmados da doença, sendo 34.050 graves e 291.265 leves. A média móvel aponta em 1.727 casos.

Também foram confirmados 53 óbitos, ocorridos entre 22 de julho de 2020 e 17 de março de 2021. Com isso, o Estado totaliza 11.563 mortes pela Covid-19. Assim, a média móvel ficou em 42 mortes.

Primeiro dia de quarentena

Foi também nesta quinta-feira (18) que o Estado voltou a viver um período de restrições rígidas de circulação e funcionamento das atividades econômicas. Até o dia 28 de março, em todos os municípios de Pernambuco, apenas serviços essenciais estão autorizados a funcionar. A medida foi implementada como objetivo de diminuir os índices de transmissibilidade do novo coronavírus entre os pernambucanos e, consequentemente, as taxas de ocupações em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que já formam filas de espera, segundo o secretário de Saúde André Longo.

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