PREVISÃO

Pernambuco espera receber mais de 270 mil doses de vacinas contra a covid-19 ainda nesta semana

Devem chegar já nesta quinta-feira (24) 117.800 doses da CoronaVac/Butantan e 94.770 da Pfizer. O voo que deve trazer as outras 62.250 doses, da Janssen, ainda não têm data e horário confirmados

Katarina Moraes
Katarina Moraes
Publicado em 23/06/2021 às 17:53
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HELIA SCHEPPA/SEI
O comunicado foi feito durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (23) - FOTO: HELIA SCHEPPA/SEI
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O secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, informou que é esperada, ainda para esta semana, a chegada de aproximadamente 274.820 doses de vacinas contra a covid-19 no Estado. Desse total, devem chegar já nesta quinta-feira (24) 117.800 doses da CoronaVac/Butantan e 94.770 da Pfizer. O voo que deve trazer as outras 62.250 doses, da Janssen, ainda não têm data e horário confirmados. O comunicado foi feito durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (23)

"Temos essa previsão para ainda esta semana. Amanhã é feriado, mas ele não existe no Sul do país, então as equipes estão mobilizadas para trabalhar na recepção dessas vacinas, para que elas tão logo sejam disponibilizadas e para que iniciemos o processo logístico e que estejam na próxima sexta-feira à disposição dos municípios", disse o chefe da pasta.

Segundo Longo, as vacinas da CoronaVac serão utilizadas também para a primeira dose de novos grupos, mas que metade do lote dos imunizantes produzidos pelo Butantan já são reservados para a segunda aplicação, feita com 21 dias. As doses da Pfizer também serão destinadas para a primeira dose, assim como as da Janssen - que tem uma única aplicação.

O secretário comenta a impossibilidade de entrar um calendário vacinal completo para todos os adultos do Estado, diante de uma imprevisibilidade nas entregas do Programa Nacional de Imunização (PNI). Longo diz que, caso os prazos fossem cumpridos pelo Ministério da Saúde, seria possível vacinar todos as pessoas maiores de 18 anos no estado com a primeira dose até setembro, e até dezembro com a segunda.

"Se tivéssemos certeza de que todas as entregas estariam garantidas, o que não tem ocorrido, muito provavelmente estaríamos vacinando toda a população com a 1ª dose até setembro, e até dezembro com a 2ª. O que pode acelerar isso é a introdução de novas vacinas ao programa ou a antecipação dessas entregas", explicou.

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