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Em um ano de pandemia, cesta básica teve aumento de R$112,63 no Grande Recife

Dos itens pesquisados, 22 produtos subiram de preço em 12 meses, segundo o Procon-PE

JC
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Publicado em 06/04/2021 às 18:40
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FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
Grupo JCPM faz doações de cestas básicas em comunidades do Pina - FOTO: FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
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Após um ano de pandemia, a Cesta Básica na Região Metropolitana do Recife (RMR) subiu 27,31%. A pesquisa, realizada pelo Procon-PE, demonstrou que a cesta em março de 2020 custava R$ 412,46, mas passou para R$ 525,09 em abril de 2021. Em reais a diferença de R$112,63. Enquanto isso o salário mínimo subiu apenas R$ 55.

 A pesquisa analisou os 27 produtos da cesta básica. Em um ano, 22 subiram de preço. Os que tiveram maior destaque foram: o quilo da cebola (110,58%); o óleo de soja (79,69%) e a charque de segunda (77,46%). Já no setor de higiene o que mais subiu de preço foi a água sanitária, 22,68% e em higiene pessoal, o sabonete foi quem teve o preço disparado, (27,12%).

Outros municípios

A cesta básica do município de Caruaru também apresentou uma grande diferença em um ano. Passou de R$ 395,25 para R$ 508,51, uma diferença de 28,66%.

 Após um ano, o Procon Pernambuco retornou a pesquisas também nos municípios de Goiana, Vitória de Santo Antão e Caruaru. Dos municípios pesquisados, Vitória de Santo Antão é o que tem a menor cesta básica. Em abril, a cesta sai por R$ 471,28.

 Na RMR, no mês de abril, dos 27 produtos pesquisados, 13 subiram de valor. Os alimentos que mais subiram de preço foram: os ovos, a bandeja subiu de R$ 9,99 para R$ 13,99, um aumento de 40,04% e o quilo do alho passou de R$ 13,90 para R$ 18,58, um aumento de 33,67%.

A pesquisa do Procon Pernambuco passou por 22 estabelecimentos da RMR, nos municípios de Recife, Olinda, Paulista, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca. Desses, dois supermercados funcionam dentro da Ceasa. A análise dos preços é feita em 27 itens, entre alimentação, limpeza doméstica e higiene pessoal.

 

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