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Hospital Português investe em tecnologia a serviço da saúde

Vanguarda faz parte da história do RHP, sempre atento aos mais modernos equipamentos, para uma assistência de qualidade e segura

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Publicado em 16/09/2020 às 7:00 | Atualizado em 16/09/2020 às 8:40
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Com a Angio CT 4D, tomografia e angiografia são feitas no mesmo equipamento, explica Carlos Abath - FOTO: Luisi Marques/JC360
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Acompanhar a evolução da medicina tem sido uma das principais prioridades do Real Hospital Português (RHP) nesses 165 anos. Investir na capacitação de seus profissionais e na aquisição dos mais modernos equipamentos para diagnóstico e tratamento fez com que a importância do complexo hospitalar seja reconhecida, colocando-o como pioneiro em diversas áreas.

Essas tecnologias permitem procedimentos cada vez menos invasivos, caracterizados pela segurança para o paciente e uma melhor recuperação. Exemplo disso, é a Angio-CT 4D, única na América Latina. Reunindo um tomógrafo e um angiógrafo, o equipamento aumenta a eficácia nos procedimentos por imagem.

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“Antes, era preciso que o paciente realizasse um exame e se deslocasse para outro setor para fazer o segundo. Agora, tudo é realizado numa mesma sala, o que proporciona rapidez no exame, no diagnóstico e, consequentemente, no tratamento e cura do paciente”, explica o Chefe do Serviço de Hemodinâmica, Carlos Abath.

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Tecnologia aumenta segurança e eficácia de procedimentos por imagem - DIVULGAÇÃO

Mesmo com aplicação em diversos tratamentos, a oncologia deve ser a área em que a Angio-CT 4D terá maior impacto. De acordo com Carlos Abath, o equipamento confere uma dupla segurança ao paciente porque, ao invés de guiar os procedimentos apenas por um mecanismo, o cirurgião tem o auxílio de dois. “A aplicação é multidisciplinar, proporcionando a mais moderna opção para os nossos pacientes”, reforça. Cerca de 16 profissionais, entre médicos e equipe de enfermagem, estão sendo treinados. Além da Angio-CT 4D, o RHP possui outras duas máquinas avançadas de angiografia.

Mulheres

O Espaço Mulher, área para exames de imagem, também foi equipado com novas tecnologias. O serviço passa a contar com uma nova bobina de ressonância mamária, inédita no Nordeste. Equipado com 16 canais, o aparelho consegue capturar imagens em alta definição, podendo detectar precocemente minúsculas lesões na mama.

“Já possuímos uma boa bobina, mas o RHP, sempre atento às novas tecnologias, decidiu adquirir o novo equipamento, para dar maior atenção aos procedimentos mamários. Somos o primeiro hospital fora do eixo Sul-Sudeste a ter essa bobina. Quanto mais canais, maior a resolução das imagens e precisão no diagnóstico”, relata Mirelle Palmeira, radiologista especialista em mama.

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A nova bobina também permitirá fazer biópsias mamárias por ressonância, indicada para casos mais delicados, quando a paciente se queixa de sintomas, mas a lesão ainda é muito pequena para ser vista por outros métodos de imagem.

Um novo mamógrafo, com a capacidade de curvatura de 50°, também foi instalado. Ele tem a possibilidade de fazer mais imagens nos exames e um maior poder de reconstrução mamária, sem o aumento de radiação. A unidade também está implantando a Inteligência Artificial nos setores de imagem. O software – disponível para exames como mamografia, raio-X, tomografia e ressonância – vai auxiliar as equipes médicas a identificarem pequenas lesões, iniciando o tratamento mais rapidamente.

TrueBeam

A tecnologia do acelerador linear TrueBeam, o primeiro da América do Sul, conta com dois novos recursos para aumentar a precisão dos procedimentos de radioterapia e radiocirurgia. “O TrueBeam tem uma tecnologia chamada HyperArc, um sistema que calcula a radiação que vai ser aplicada no tumor e impede afetar os tecidos sadios próximos à região tratada. Ele possui, também, o sistema OSMS, que bloqueia o funcionamento da máquina ao perceber movimentações do paciente abaixo de 1 milímetro, evitando que a radiação seja aplicada em outro local”, explica o Chefe da Radioterapia, Ernesto Roesler.

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O novo TrueBeam começou a operar em janeiro e se somou ao que a unidade já oferecia. Desde 2016, cerca de 300 pacientes foram tratados com radiocirugia cerebral. Além dela, o equipamento permite realizar radiocirurgias de coluna, fígado, pulmão, próstata, dentre outras.

Precisão robótica nas cirurgias

O Real Hospital Português (RHP) iniciou, em 2019, o Programa de Cirurgia Robótica, com o robô mais moderno em funcionamento do mundo. O Da Vinci Xi foi o primeiro da região e ressalta a importância no investimento em equipamentos de última geração para os mais variados tratamentos.

“O robô pode ser utilizado em várias especialidades médicas, como urologia, oncologia, ginecologia, bariátrica, geral, torácica e coloproctologia, todas com um nível de segurança muito alto nos procedimentos”, afirma o Gerente do Programa de Cirurgia Robótica, Clovis Fraga.

Luisi Marques/JC360
Da Vinci Xi é o robô cirúrgico mais moderno da América Latina - Luisi Marques/JC360

Assim como outras tecnologias utilizadas pelas equipes do RHP, a proposta do robô também é proporcionar procedimentos menos invasivos. Isso é possível graças às pinças acopladas aos quatros braços mecânicos do Da Vinci Xi, que dão estabilidade e segurança às cirurgias. Por meio de um console, o cirurgião comanda o robô, guiado por imagens 3D de alta resolução.

Atualmente, 14 cirurgiões integram o Programa de Cirurgia Robótica do RHP, com previsão de ampliar o quadro para 2021. Para operar o Da Vinci Xi, é preciso passar por uma rigorosa capacitação. O primeiro processo é uma certificação online, onde o cirurgião passa a conhecer todos os dispositivos do equipamento.

Depois, há a fase de observação de casos, quando o profissional acompanha alguns procedimentos cirúrgicos com outros médicos. Há ainda duas simulações – uma com manequins simuladores e a segunda utilizando um software – para que o cirurgião possa operar sob a tutoria de um médico já habilitado.

“A capacitação em diversas etapas é para que o cirurgião opere o paciente com segurança. É sempre importante lembrar que o robô é guiado por humanos e não tem nenhuma autonomia”, ressalta.

Benefícios

As muitas vantagens de uma cirurgia robótica vão além da segurança no momento do procedimento. “O processo de recuperação é melhor e mais rápido. Sem dúvidas, é uma cirurgia realizada com melhor qualidade e diminuição de complicações no pós-operatório. Além disso, o procedimento com o robô encurta o tempo da cirurgia e permite uma alta precoce do paciente”, defende Clovis Fraga.

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