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Real Mater: humanização no acolhimento a mães e filhos

Cuidado de uma equipe especializada, estrutura completa e Banco de Leite Humano são diferenciais da Real Mater

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Publicado em 16/09/2020 às 7:06 | Atualizado em 16/09/2020 às 9:04
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Sem intercorrências na gravidez, Vanessa Ramos não esperava que o pequeno Lucas fosse passar pela UTI Neonatal. Contar com a equipe do Real Hospital Português foi essencial - FOTO: LUISI MARQUES/JC360
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Foram sete dias entre parto, UTI Neonatal, fototerapia e alta, para que a terapeuta ocupacional Vanessa Ramos pudesse estar com o pequeno Lucas em casa. A gravidez, que não apresentou intercorrências durante toda sua duração, surpreendeu quando o bebê não respondia ao nascer. A internação na UTI Neonatal permitiu iniciar as avaliações médicas sobre o que poderia ter acontecido e acompanhar a evolução do caso até a alta.

“Percebi que tinha alguma coisa errada porque ele nasceu e não tinha chorado, mas eu não sabia o que estava acontecendo. Como todos os exames durante a gravidez não tinham alterações, não havia justificativa. A médica explicou que ele teve uma hipóxia leve (baixa de oxigênio) e começaram a fazer uma série de exames para descobrir possíveis sequelas. Ter o apoio do Hospital foi fundamental porque, por mais que eu estivesse triste e preocupada, perceber toda a equipe procurando entender o que tinha acontecido me tranquilizou em saber que ele estava sendo bem cuidado”, relembra a mãe. 

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CUIDADO 

O acolhimento é a base da Real Mater, maternidade do Real Hospital Português. A equipe especializada, estrutura e equipamentos de ponta, UTI Neonatal e Banco de Leite Humano são fundamentais para que histórias como a de Vanessa e Lucas recebam a atenção que precisam.

“Acolher a gestante e respeitar a forma como ela decide ter o seu filho, seja por parto normal ou cesárea, é atendimento humanizado. Aliado a isso, temos uma equipe multidisciplinar, novas suítes – também preparadas para o parto normal – e um serviço de hotelaria diferenciado”, detalha o Coordenador Médico da Real Mater, Eduardo Coutinho.

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Coordenador Médico Eduardo Coutinho destaca qualidade da equipe e equipamentos de ponta da Real Mater - LUISI MARQUES/JC360

Os investimentos na humanização são perceptíveis não só pela taxa de partos normais, que aumentou nos últimos dois anos, como também por iniciativas como a participação de doulas. acompanhando a gestante no hospital. “A doula é sempre bem-vinda. Nós a consideramos parte da equipe, porque sabemos que ela tem um papel fundamental no parto e pós-parto”, detalha Eduardo Coutinho.

Em nascimentos como o de Lucas, a UTI Neonatal desempenha papel importante. E, no Real Hospital Português, pai e mãe não são visitas, podem estar presentes durante a recuperação do bebê, como conta a gestora da UTI Neonatal e do Banco de Leite Humano, Ana Aldin.

“A UTI Neonatal tem uma melhor distribuição do espaço físico entre os leitos, trazendo uma distância segura entre os pacientes e os familiares presentes. A equipe é composta por muitos especialistas, que auxiliam na avaliação de cada paciente e essa prática multidisciplinar dá suporte para que a assistência seja completa em cada caso. Mesmo com a rotina um pouco diferente por causa da pandemia, entendemos que a família não é visita e pode ficar o tempo necessário ao lado do filho. Além disso, sempre reservamos horários para visitas dos avós e irmãos”, detalha Ana Aldin.

SUPORTE 

O Banco de Leite Humano ajuda bebês que estão internados nas UTIs Neonatal e Pediátrica, para que possam ter a garantia do leite materno – tão importante para a alimentação e a recuperação do recém-nascido. “Começamos como um posto de coleta e por uma necessidade de atender às mães da UTI, que precisavam do serviço. Com o tempo, passamos a pasteurizar o leite. Temos uma médica responsável, que acompanha o processo de pasteurização e doação, além das campanhas de aleitamento, para que possamos atender não só aos bebês que nascem no Hospital e estão na UTI Neonatal, como também os que são transferidos para a UTI Pediátrica ou para a Unidade de Cardiologia Pediátrica”, complementa a médica.

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