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Consequência das fake news na sociedade é tema de conversa entre profissionais da comunicação

Professores da Escola de Comunicação da Unicap alertam sobre os perigos das fake news, que passaram a causar dúvidas na população

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Publicado em 20/10/2021 às 12:32
TV JC/Reprodução
Luiz Carlos Pinto (E), professor de Jornalismo da Unicap, e Carol Monteiro (D), diretora da Escola de Comunicação da Católica conversaram sobre os perigos provocaram pela fake news - FOTO: TV JC/Reprodução
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A internet tornou-se uma grande aliada da população no acesso rápido e fácil da informação. Em contrapartida, as chamadas fake news passaram a disputar espaço nesse meio com a comunicação profissional, provocando dúvidas nas pessoas. Segundo um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, as notícias falsas se espalham 70% mais rápido e alcançam mais pessoas do que as verdadeiras. Nessa terça-feira (19), A TV JC recebeu Carol Monteiro, diretora da Escola de Comunicação da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), e Luiz Carlos Pinto, professor de Jornalismo da Unicap, que alertaram sobre os perigos das fake news.

“Esses conteúdos falsos circulam majoritariamente na internet, nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp, usando a linguagem jornalística, mas que, na verdade, é uma mentira disfarçada de notícia. É importante ressaltar que esse tipo de notícia não é fruto de brincadeiras. Elas são produzidas, articuladas, distribuídas e impulsionadas por grupos que têm interesses políticos ou econômicos na circulação dessas notícias”, destrincha Carol.

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Na ocasião, o professor Luiz Pinto ressaltou que é preciso ter bastante cuidado com esse tipo de informação porque, além dela provocar prejuízos individuais, também podem prejudicar a população, de uma maneira geral.

“Um dos riscos maiores é a criação de realidades paralelas que não tenham uma correspondência com o que acontece no mundo da política, da saúde, da economia. As notícias falsas trazem prejuízo de forma individual e também de forma coletiva”, pontua. “Por exemplo, nesse período pandêmico, circulou a fake news de que as vacinas tinham chips chineses que faziam com que as pessoas fossem monitoradas. Do ponto de vista pessoal, ela se prejudica porque ela decide não se vacinar. Do ponto de vista coletivo, essa decisão acaba impactando a coletividade porque o processo de imunização é coletivo”, complementa Luiz.

 

Acompanhe na íntegra a conversa na TV JC dessa terça:

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