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Vídeo: Em Nova York, ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se irrita com protesto e faz gesto obsceno

Titular da Saúde integra a comitiva do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que irá discursar nesta terça-feira (21) na abertura da Assembleia Geral da ONU

Marcelo Aprígio
Marcelo Aprígio
Publicado em 21/09/2021 às 7:52
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Marcelo Queiroga na van da comitiva presidencial em NY - FOTO: REPRODUÇÃO
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se irritou com um protesto de brasileiros em Nova York na noite desta segunda-feira (20). Em um vídeo postado nas redes sociais, é possível ver o auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) respondendo à manifestação com gestos obscenos.

Nas imagens, Queiroga aparece em uma van que transportava a comitiva presidencial, que participa da abertura da Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (21), e percebe o protesto em uma rua da maior cidade dos EUA. Visivelmente irritado, o titular da Saúde levanta-se do banco do veículo e aponta o dedo médio para o grupo, chacoalhando as mãos sem parar.

Os manifestantes também fizeram gestos obscenos aos integrantes do veículo e gritavam enquanto a comitiva passava. “Vermes. Vai, golpista, entreguista. Tá vendendo o Brasil”, disse um homem.

Mais protestos

A comitiva de Bolsonaro já havia observado outras manifestações de brasileiros, no domingo, ao chegar no hotel, precisou entrar pelos fundos para despistar os manifestantes. Na segunda, se deparou com outro protesto durante um jantar na casa da embaixador brasileiro na ONU. Bolsonaro acenou, enquanto o ministro do Turismo, Gilson Machado, sorriu e apontou o celular para o grupo. Queiroga também acenou.

Nessa segunda também, um caminhão circulou pelas ruas de Nova York exibindo mensagens contra o presidente brasileiro. Telões apresentaram frases dizendo que Bolsonaro é um “criminoso ambiental” e que está queimando a Amazônia. 

O veículo deve rodar pela cidade novamente nesta terça-feira (21), enquanto o chefe do Executivo discursa na ONU. A expectativa é que ele aborde temas relacionados às crises sanitária e econômica, além de tratar sobre questões envolvendo a preservação da Amazônia.

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