VAI FAZER?

Wesley Safadão causa polêmica ao confirmar show após prefeitura proibir evento na cidade; entenda

Essa não é a primeira vez que o cantor se envolve em problemas com as prefeituras

Rayane Domingos
Rayane Domingos
Publicado em 24/05/2022 às 11:22
Divulgação
Wesley Safadão - FOTO: Divulgação
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Wesley Safadão se envolveu em mais uma polêmica envolvendo a prefeitura de uma cidade do interior. Desta vez, Miguel Alves receberá um evento com show do cantor. Porém, um decreto municipal não permite a realização eventos.

O prefeito Francisco Antonio publicou em Diário Oficial a suspensão de eventos com fins lucrativos, sociais ou públicos, não-oficiais de 22 a 24 de maio na cidade. Em vídeo divulgado, ele afirmou ainda que não houve pedido oficial para realizar o evento.

Ele reforçou que o local do evento que Wesley fará show acontece em um entroncamento (encontro de duas vias) de uma rodovia importante.

E isso poderia prejudicar o fluxo de veículos. O Corpo de Bombeiros foi analisar a estrutura e afirmou que o local é apto para realizar o evento. Porém, precisa seguir uma série de exigências de segurança para assegurar o público.

Wesley Safadão vai fazer o show?

Nas redes sociais, ele confirmou que o show em Miguel Alves, no Piauí, está confirmado. Ele se apresenta no aniversário de 110 anos da cidade, que acontece nesta terça-feira (24).

Inclusive, a prefeitura preparou uma grande comemoração e quer evitar que outro evento atrapalhe o momento. O superintendente de Arrecadação e Tributos da Secretaria de Economia do município, Thiago Andrade, afirma que o evento é "clandestino", em entrevista ao G1.

Relembre polêmica do cachê de Safadão

Essa não é a primeira vez que Wesley se envolve em polêmica sobre show em cidade do interior. O último foi cancelado no fim de abril, em Vitória do Mearim, no Maranhão.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) resolveu suspender a decisão que autorizava o show. O altíssimo valor do cachê foi o motivo da grande confusão. Ele era atração principal no aniversário do município e cobrou cerca de R$500 mil.

A justificativa das autoridades foi que o valor pago pelo show poderia comprometer as demandas consideradas de natureza essencial da cidade.

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