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revolta

CBF já havia admitido dois erros de arbitragem contra o Bahia; pênalti contra o Flamengo foi a gota d'água

Tricolores foram prejudicados em três jogos consecutivos no Brasileirão

Haim Ferreira
Haim Ferreira
Publicado em 12/11/2021 às 9:03
FELIPE OLIVEIRA/BAHIA
Guto Ferreira não quer o Bahia sendo prejudicado no Brasileirão - FOTO: FELIPE OLIVEIRA/BAHIA
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O erro de arbitragem que culminou em um pênalti para o Flamengo contra o Bahia, na última quinta-feira (11), ainda está dando o que falar. Após a partida no Maracanã, que terminou em 3x0 para os cariocas, o técnico Guto Ferreira e a diretoria do Tricolor de Aço se manifestaram de maneira impositiva contra a CBF, alegando erros recorrentes em três jogos seguidos contra a equipe de Salvador, que luta contra o rebaixamento.

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A revolta é aguçada pelo fato da entidade já ter reconhecido publicamente, através da ouvidoria da arbitragem, que o Bahia foi prejudicado nos dois jogos anteriores a estre contra os rubro-negros na Série A.

O primeiro caso aconteceu na partida contra o Juventude, quando não foi marcado pênalti após a bola desviar no braço de um zagueiro do time gaúcho impedindo o gol do Bahia. Essa foi a posição da ouvidoria da CBF:

"O Reclamante alega que houve um pênalti claro a seu favor não marcado pela arbitragem, em razão de mão de um defensor, dentro de sua própria área, que, além de tudo, foi a única causa para a não marcação de um gol, uma vez que a meta já estava vazia e a bola tinha endereço certo. Além do mais, afirma que o defensor, por impedir o gol com infração de mão, deveria ser expulso."

 
 
 
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O segundo episódio foi no confronto contra o São Paulo, quando a confederação reconheceu que o árbitro Sávio Pereira Sampaio errou ao não marcar a penalidade do zagueiro Miranda em cima de Juninho Capixaba. A resposta foi a seguinte:

"Nota-se pelas imagens do clip lançando no portal do árbitro da CBF, que o defensor, ainda que não de modo deliberado, pisou claramente no pé do atacante e em ponto distante d abola, o que, por si só, tendo em vista o efeito produzido - queda do atacante e perda da possibilidade de jogar - caracterizou a falta, no mínimo por imprudência, considerando a força da ação, o que significa dizer que não exigiria punição disciplinar, já que o referido dano tático causado não impediu um ataque promissor claro".

Os erros consecutivos fizeram com que o Bahia despencassem na tabela de classificação, fazendo com que os tricolores ficassem apenas a uma posição de entrar na zona de rebaixamento. Com confrontos marcados contra times que lutam por algo a mais no campeonato, como o Atlético-MG, que disputa o título, e Grêmio, na luta contra o Z4, os tricolores temem novos erros.

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