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Presidente do Paysandu tentará anular o jogo do acesso do Náutico

Presidente do Paysandu, Ricardo Gluck, viajou para o Rio de Janeiro para oficializar pedido de anulação da partida contra o Náutico

JC Online
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Publicado em 10/09/2019 às 12:11
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Náutico inicia documentário com narração de Aroldo Costa da cobrança de pênalti de Matheus Carvalho diante do Paysandu - FOTO: ALEXANDRE GONDIM/JC IMAGEM
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O presidente do Paysandu, Ricardo Gluck, viajou para o Rio de Janeiro nesta terça-feira para tentar impugnar o jogo contra o Náutico do último domingo, válido pelo mata-mata do acesso à Série B do Brasileiro. De acordo com o mandatário do Papão, o pênalti marcado pelo árbitro Leandro Vuaden aos 49 minutos do segundo tempo não valeu. Ricardo oficializará um pedido de anulação junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na capital carioca.

Em entrevista à Gazeta Esportiva, o presidente disse que houve uma série de "nebulosidades" envolvendo a partida decisiva contra o Timbu. Além do pênalti, ele alegou que a convocação de Vuaden não condizia com a importância do confronto. "Além de não ser Fifa, ele está no final da carreira e deve ser aposentar no ano que vem", falou. Sobre a penalidade, Gluck falou sobre assalto.

"Não lamentamos os três pontos. As pessoas falam que nós fomos assaltados. Eu digo que foi um latrocínio. Além do assalto, fomos assassinados. Sem o acesso, perdemos R$ 12 a 15 milhões no orçamento de um clube do Norte. É quase um decreto de vida e morte", disse. 

O JOGO

Náutico e Paysandu empataram por 2x2 no tempo regulamentar. Na decisão dos pênaltis, o time pernambucano venceu por 5x3 e garantiu o acesso à Série B de 2020. Agora, o Timbu tentará conquistar o título da Terceirona. O próximo duelo será contra o Juventude, pela semifinal.

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