Tricolor

Itamar Schulle projeta correções no Santa Cruz e avalia improvisações

Treinador comentou sobre a atuação no amistoso contra o Campinense

klisman
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Publicado em 14/01/2020 às 10:13
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Foto: Filipe Jordão/JC Imagem
Treinador comentou sobre a atuação no amistoso contra o Campinense - FOTO: Foto: Filipe Jordão/JC Imagem
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O Santa Cruz ficou no empate com o Campinense nessa segunda-feira (13) e apresentou alguns pontos interessantes para a comissão técnica. Porém, a falta de criação ainda tem sido um calo da equipe coral, que não conta com um meia com tais características desde o afastamento de Didira para resolver problemas particulares. Assim, o treinador coral avalia situações em que o elenco pode melhorar e corrigir deficiências para ter um bom aproveitamento nas partidas.

“Tudo se melhora. Não é porque perdeu que tudo está horrível, e porque venceu que está ótimo. Precisamos evoluir. Ter a permanência da bola no meio, encurtar a frente. Pipico e Mayco terem mais aproximação, chegada, prenderem e ficar com a bola. Temos que jogar e não sermos atacados. Isso vem muito não só do trabalho, mas envolve característica do atleta. Quem sabe jogar de costas, quem não sabe recebe a bola de frente. Muitas vezes melhorar a parte física, treina a técnica. Mas tem jogadores que são habituados a jogar de frente, por mais que ele tente, treine, e às vezes vai se pegar uma situação dele que não está habituado com aquilo. Pode até trabalhar, mas não é com um mês que consegue isso”, contou Itamar Schulle.

SEM REFORÇOS, PRECISOU IMPROVISAR

A chegada de novos atletas é uma questão muito importante na continuidade do trabalho do treinador. Ele tem batido na tecla e cobrado a chegada de reforços, ao mesmo tempo que ressalta o trabalho que a direção do Santa Cruz tem feito. No amistoso, ele realizou várias trocas na equipe, mas precisou improvisar no segundo tempo, principalmente na defesa, em que entraram os zagueiros Ítalo Melo e Feliphe Gabriel para fazer a função de lateral-direito e esquerdo, respectivamente. Não só a chegada de novos nomes é pedida, mas que atendam os requisitos que Itamar Schulle procura para ter o elenco o mais próximo do que ele considera ideal.

“Vão chegar atletas, eles vão dar isso que precisamos e teremos opções para não improvisar. No ataque e na defesa. Ao tirar o Fabiano tive que colocar um zagueiro (Feliphe Gabriel). O Santa não pode improvisar. Se der errado, vai sobrar para o treinador. Foi a necessidade. Sei a dificuldade de disputar o Campeonato Pernambucano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, que cheguei entre os 16 melhores com Botafogo-PB, eliminado pelo Palmeiras, Série C. Precisamos evoluir no trabalho e na vinda dos atletas. Com perfil e qualidade para termos um grupo coeso, eficiente, alicerçado com a base. Primeiro temos de ter quem resolva para eles darem continuidade. É um cuidado que temos junto com direção para o Santa ter mais qualidade”, encerrou.

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