Leão

Torcedor viajante vai a qualquer estádio novo em que o Sport jogar

Em 2019, Edinaldo Santos esteve em todos os jogos do rubro-negro fora de casa

Luana Ponsoni
Luana Ponsoni
Publicado em 30/11/2019 às 7:31
Arquivo Pessoal
Em 2019, Edinaldo Santos esteve em todos os jogos do rubro-negro fora de casa - FOTO: Arquivo Pessoal
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“Torcida mais fiel não pode haver”. Esse trecho do hino oficial do Sport pode representar bem a fidelidade do aposentado Edinaldo Santos, 54 anos. Rubro-negro de coração, ele acompanhou a equipe em muitas partidas em 2019. Detalhe: não só na Ilha do Retiro, mas muitos fora de casa. Esteve presente em momentos de alegria e de tristeza nesta temporada.

“Este ano eu fui a todos os jogos em casa e fora eu fui para nove (neste sábado será o décimo). O primeiro foi pela Copa do Brasil, que eu sempre vou, porque é um lugar diferente e que dificilmente o Sport vai jogar lá de novo. Esse ano foi em Tombos-MG (Leão perdeu por 3x0). Pela Série B, eu fui em Bragança Paulista, em Ponta Grossa-PR, Sorocaba-SP, Londrina, Cuiabá, Ribeirão Preto e em Goiânia”, afirmou o rubro-negro.

Virou tradição na rotina de Edinaldo Santos acompanhar o Sport nos jogos fora de casa. O aposentado explicou que acompanha sorteios e definições de tabelas para saber se o Leão vai jogar em algum local que ele ainda não conheceu.

“Quando sai a tabela, eu já sei os jogos que eu vou. Independente de estar bem ou não. Eu já fui em todos os estádios da Série A e B. Quando o Sport caiu para a Série B, o meu filho disse que eu seria o único torcedor do Sport a ter uma alegria, porque eu conheceria estádios novos. Eu fico torcendo para aparecer algum estádio novo. Acompanho o sorteio ao vivo do primeiro jogo da Copa do Brasil. Eu estou torcendo para que apareça jogos em quatro estados que faltam eu conhecer: Tocantins, Rondônia, Roraima e Acre”, declarou.

A ligação de Edinaldo com o Sport vem desde pequeno, quando seu pai o levava para os jogos na Ilha do Retiro. De 2005 até hoje, o aposentado esteve com o rubro-negro em muitas partidas fora de casa, inclusive na Libertadores de 2009, que tem um jogo marcante para ele.

“Eu comecei a viajar mais e eu tenho como objetivo conhecer qualquer estádio novo em que o Sport vier a jogar, independente de onde seja. Eu fui para o Uruguai, Barranquilla-COL (ambos pela Copa Sul-Americana). Na Libertadores eu fui para o Chile contra o Colo-colo, no Equador, contra o LDU. O jogo de maior emoção foi contra o Colo-colo lá no Chile, até pela surpresa da vitória (2x1), foi o jogo de maior emoção e que eu mais me envolvi”, lembrou o torcedor.

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