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Líderes mundiais condenam massacre em Orlando que matou 50

Chefes de Estado e de Governo se dizem horrorizados e se aliam às autoridades dos EUA

Marcelo Pereira
Marcelo Pereira
Publicado em 12/06/2016 às 18:03
Foto: AFP
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Chefes de Estado e de Governo de todo o mundo condenaram, neste domingo, o pior tiroteio da história recente dos Estados Unidos. O massacre, que deixou 50 mortos e 53 feridos na boate gay Pulse, em Orlando, e que teria sido cometido por um "combatente do EI", Omar Mateen, 29 anos, que teria antecedentes de violência e homofobia.

Veja abaixo as principais reações mundiais até o momento:

Em um comunicado, o presidente francês, François Hollande, "condena com horror o massacre (...) e expressa o pleno apoio da França e dos franceses às autoridades e ao povo americanos nessa provação".

Em sua conta no Twitter, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse estar "horrorizado com os relatos do massacre desta noite em Orlando. Meus pensamentos estão com as vítimas e com suas famílias".

Por meio de seu porta-voz, Federico Lombardi, o papa Francisco declarou que "o terrível massacre que ocorreu em Orlando, que causou a morte de várias vítimas inocentes, suscitou no Papa Francisco - e em cada um de nós - sentimentos muito profundos de repulsa e condenação, de dor, de confusão frente a essa nova manifestação de uma loucura assassina e de um ódio sem sentido".

Em um comunicado divulgado pelo Kremlin, o presidente russo, Vladimir Putin, fala em "crime bárbaro" e apresenta suas condolências às famílias das vítimas.

Em uma nota, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, expressou sua solidariedade com "a comunidade LGBT e com o povo americano", afirmando que "o terror e o ódio não vão nos mudar. Os membros da Otan continuam unidos face ao terrorismo".

Em sua conta no Twitter, o presidente do Conselho italiano, Matteo Renzi, manifestou a "solidariedade e (a)emoção do governo italiano pelo atroz massacre de Orlando, na Flórida. Nosso coração está com nossos irmãos americanos".

 

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#PrayForOrlando - Pessoas fazem vigília em frente a hospital de Orlando onde estão vítimas do ataque - Foto: AFP
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Tiroteio em boate gay deixa 50 mortos e 53 feridos em Orlando, Estados Unidos - Foto: AFP
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FBI abriu uma investigação por 'ato de terrorismo' - Foto: AFP
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Boate Pulse, local do massacre de Orlando, é uma das casas noturnas mais emblemáticas da causa LGBT - Foto: AFP
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Suspeito foi identificado como Omar Seddique Mateen, cidadão americano de origem afegã - Foto: AFP
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Presidente dos EUA, Obama classificou o ataque como um ato 'de terror e ódio' - Foto: AFP
Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
Simpatizantes e membros da comunidade gay pedem paz e fazem vigília no centro de Paris - Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
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Simpatizantes e membros da comunidade gay pedem paz e fazem vigília no centro de Paris - Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
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Simpatizantes e membros da comunidade gay pedem paz e fazem vigília no centro de Paris - Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
Foto: Andreas Solaro/AFP
Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP

 

Também em sua conta no Twitter, o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, "condena profundamente o execrável ataque de Orlando. Juntos, continuaremos a lutar pela liberdade, contra o ódio e a barbárie. A Espanha está com os Estados Unidos".

No Twitter, Ashraf Ghani, presidente do Afeganistão - país de origem da família do atirador Omar Mateen -, "condena esse horrível ataque em Orlando, nada pode justificar matar civis. Meus pensamentos estão com as famílias, com as vítimas, assim como com o povo e com o governo americanos".

Em um comunicado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou: "Em nome do povo e do governo israelenses, apresento minhas mais sinceras condolências ao povo americano após o horrível ataque desta noite contra a comunidade LGBT de Orlando".

O primeiro-ministro belga, Charles Michel, tuitou em inglês que está "profundamente entristecido com a perda de tantas vidas inocentes no massacre de Orlando. Nós nos unimos à dor das famílias".

 

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