SEGUNDA INSTÂNCIA

PT quer mandar parlamentares a Curitiba e levar Lula de jatinho para festa no ABC

Nesta sexta-feira (8), a defesa de Lula apresentará pedido de imediata soltura, após o novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a prisão após segunda instância

Katarina Moraes
Katarina Moraes
Publicado em 08/11/2019 às 7:45
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Foto: Henry Milleo/ AFP
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Os planos dos dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) para a possível soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de levá-lo de jatinho para uma grande festa no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo, lugar de onde o líder foi levado, em abril de 2018, em direção à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Caso a soltura seja anunciada, os senadores e deputados do partido, além dos militantes acampados em frente à sede da PF, devem se dirigir a Curitiba, com o intuito de recepcioná-lo na saída da carceragem.

"A ideia é Lula voltar para o lugar de onde ele não deveria ter sido levado pela Polícia Federal", afirmou o deputado estadual paulista José Américo.

Dada a polarização política e o atentado contra o presidente Jair Bolsonaro, na campanha eleitoral do último ano, há a preocupação de que Lula seja alvo em algum ato de violência.

STF

Nesta sexta-feira (8), a defesa de Lula apresentará pedido de imediata soltura, após o novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a prisão após segunda instância.

A Corte decidiu na noite desta quinta-feira, 7, que o cumprimento da pena deverá ocorrer somente após todos os recursos serem julgados, o chamado trânsito em julgado.

"Levaremos ao juízo da execução um pedido para que haja sua imediata soltura com base no resultado desse julgamento do STF, além de reiterarmos o pedido para que a Suprema Corte julgue os habeas corpus que objetivam a declaração da nulidade de todo o processo que o levou à prisão em virtude da suspeição do ex-juiz Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato, dentre inúmeras outras ilegalidades", disseram, em nota, os advogados de Lula, Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins.

Durante o julgamento, o ex-presidente recebia em sua cela a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o ex-sócio do Instituto Lula Paulo Okamotto e o dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Paulo Rodrigues.

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Presidente saiu da prisão as 17h42 desta sexta - Foto: AFP
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Momento em que Lula deixa a prisão em Curitiba - Foto: AFP
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Ele encontrou apoiadores e sua namorada - Foto: AFP
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Lula discursa para apoiadores que lhe esperavam em frente à prisão - Foto: AFP
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Lula abraça apoiadora - Foto: AFP
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Fernando Haddad estava presente ao lado de Lula - Foto: AFP
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Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Zanin Martis, advogados do ex-presidente em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Zanin Martis, advogados do ex-presidente em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Zanin Martis, advogados do ex-presidente em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Zanin Martis, advogados do ex-presidente em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente Lula, na frente da sede da PF em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na frente da sede da PF em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na frente da sede da PF em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na frente da sede da PF em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP
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Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na frente da sede da PF em Curitiba - Foto: Henry Milleo/ AFP

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