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Gil do Vigor no Banco Central? Pernambucano fala de sonho, e BC responde

''Eu sou apaixonado, não é minha área de pesquisa hoje, mas eu tenho muito prazer de estudar e falar'', revelou o ex-BBB sobre desejo de atuar no BC

Douglas Hacknen
Douglas Hacknen
Publicado em 07/05/2021 às 21:33
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Globo/João Cotta
Gilberto Nogueira, ex-participante do BBB21 - FOTO: Globo/João Cotta
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Gilberto Nogueira, ex-participante do Big Brother Brasil (BBB21), revelou nesta sexta-feira (7), em entrevista para o programa #RedeBBB, da TV Globo, que sonha em ser presidente do Banco Central (BC) brasileiro. O pernambucano foi aprovado na seleção de três universidades dos Estados Unidos para fazer seu PhD em Economia. Gil do Vigor, como é popularmente conhecido, disse que já havia pensado sobre o assunto, mas tinha outras prioridades.

“Ser Presidente do Banco Central. Seria extraordinário. A emissão de moeda, o estudo do mercado financeiro. A moeda influência vários fatores, como desemprego e inflação. Eu sou apaixonado, não é minha área de pesquisa hoje, mas eu tenho muito prazer de estudar e falar”, explica. “Nunca foi um objetivo de vida, mas hoje em dia eu penso que trabalhar e presidir o Banco Central seria um sonho, que nunca foi palpável. Tem muitos economistas grandiosos no Brasil, é um trabalho de alta responsabilidade”.

Gil completou sua fala dizendo que, no momento, ainda não se sente capacitado para assumiro cargo. “Com certeza depois do PhD eu tenha capacidade. No momento, eu não me sinto capacitado para funções de grande porte na economia. Estou seguindo a linha acadêmica e preciso me desenvolver muito e quem sabe um dia possa dar mais esse passo”.

BC responde

Através de comentário no Twitter, a entidade financeira revelou que ficaria 'alegre' em ter Gilberto em seu quadro de colaboradores. "Gil Nogueira, ficamos felizes em saber do seu sonho de fazer parte do BC! Ficaremos alegres em contar com o seu vigor em nossa equipe. Seguimos juntos falando de economia aqui do lado de fora?", escreveu

Durante o programa, o pernambucano falou sobre a emissão de moedas e a importância da autonomia do Banco.

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