SEGURANÇA

Operação Linha Segura é lançada com objetivo de coibir crimes no Metrô do Recife

Policiais atuarão em abordagens preventivas e orientações quanto às atividades proibidas — como o comércio ambulante e qualquer outra atividade ilícita

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Publicado em 05/01/2021 às 12:54
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Os PMs não vão ajudar a diminuir a superlotação dos trens nos horários de pico, mas espera-se que inibam a violência e, principalmente, reduzam ou eliminem a bagunça promovida pelo comércio informal - FOTO: FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
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A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e a Secretaria de Defesa Social do Estado (SDS), através da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), dão início, na tarde desta terça-feira (5), à Operação Linha Segura, com o intuito de garantir mais segurança aos usuários e funcionários do Metrô do Recife, ao prevenir e reprimir atividades criminais no sistema de transporte.

O trabalha contará com o Batalhão de Choque da PMPE e outras unidades especializadas e batalhões de área. Os policiais serão lançados nas estações e em patrulhas móveis dentro das composições. Segundo a corporação, eles atuarão em abordagens preventivas e orientações quanto às atividades proibidas — como o comércio ambulante e qualquer outra atividade ilícita que venha a ser observada.

De acordo com a PMPE, o efetivo irá trabalhar na folga, sendo remunerado pelo Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES), não comprometendo o policiamento ordinário feito no entorno das estações. "Esta parceria busca levar ainda mais segurança aos usuários de transporte público na Região Metropolitana do Recife, assim como já ocorre nos convênios com o sistema BRT e nos terminais integrados", disse o policiamento, por nota.

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A estratégia é utilizar os PMs para impor respeito e garantir a ordem no sistema - FOTO:BETO DLC/JC IMAGEM
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Os policiais do BPChoque terão turnos de oito horas e comunicação direta com os seguranças e a central de monitoramento do metrô, que funciona na sede do Metrorec - FOTO:BETO DLC/JC IMAGEM
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Os policiais irão atuar no policiamento do metrô nos horários de folga, dentro do Programa de Jornadas Extras (PJEs) da Secretaria de Defesa Social (SDS) - FOTO:BETO DLC/JC IMAGEM
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Os efeitos já parecem surgir: na tarde desta terça (5), poucos ambulantes foram vistos na Estação Recife, por exemplo - FOTO:BETO DLC/JC IMAGEM
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O convênio custará R$ 3,8 milhões por ano (R$ 318 mil/mês) - FOTO:BETO DLC/JC IMAGEM
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O convênio com a PM estava decidido desde janeiro de 2020, mas quando iria começar a ser executado, a pandemia provocou a suspensão - FOTO:FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
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PMs não vão ajudar a diminuir a superlotação dos trens nos horários de pico, mas espera-se que inibam a violência e, principalmente, reduzam ou eliminem a bagunça promovida pelo comércio informal - FOTO:FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM
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O objetivo principal é colocar ordem no sistema - FOTO:FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM

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