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Moradores reclamam de pichações pelo Recife

As marcas do vandalismo podem ser vistas em vários lugares, seja em prédios, praças, esquinas ou até mesmo pontes do município

JC
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Publicado em 18/02/2021 às 16:00
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JAILTON JUNIOR/TV JORNAL
Prédios sofrem com pichações no Recife - FOTO: JAILTON JUNIOR/TV JORNAL
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Com informações da TV Jornal

Basta circular pelas ruas do Recife para se deparar com as marcas do vandalismo. As pichações podem ser vistas em vários lugares, seja em prédios, praças, esquinas ou até mesmo pontes do município. "Cada prédio bonito, mas tudo com essas coisas horríveis, eu não concordo", declarou o auxiliar de serviços gerais Josenildo Alves. 

Apesar da quantidade de pichações espalhadas pelo Recife, a ação trata-se de um crime. A Lei Federal de 1998 determina, em seu artigo 65, que pichar edificação ou monumento urbano é crime e pode resultar em multa e detenção de três meses a um ano.

Com os cartões postais da Veneza brasileira manchados pelo descaso, o sentimento da população é de indignação. "As pessoas que fazem isso deviam ser presas, sujam a cidade toda, bagunçam tudo", opina o entregador João Cândido.

Por meio de nota, a Prefeitura do Recife afirmou que a "Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) gasta aproximadamente R$ 2 milhões anualmente devido à ações de vandalismo, furto e depredação do patrimônio público. Este valor poderia ser investido em outros serviços da gestão municipal, construção de creches e Upinhas".

Veja texto na íntegra

"A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife –Emlurb- informa que gasta aproximadamente R$ 2 milhões anualmente devido à ações de vandalismo, furto e depredação do patrimônio público. Este valor poderia ser investido em outros serviços da gestão municipal, construção de creches e Upinhas. Já a Secretaria de Turismo e Lazer, afirma o compromisso da Prefeitura do Recife em consolidar uma política pública voltada para a valorização da arte urbana nasceu com a criação do Colorindo o Recife. A partir do projeto, espaços e equipamentos públicos se transformaram em galerias de arte a céu aberto, com artes produzidas por artistas e coletivos pernambucanos. Na última semana, o Colorindo o Recife abraçou as ações de não-carnaval da Prefeitura do Recife e ofereceu à população artes carnavalescas na Avenida Antônio de Góes, no Pina; na descida da Via Mangue, na rua do Patrocínio, também no Pina; na Ponte Giratória, no Bairro de São José; no bairro do Engenho do Meio, no Parque Doutor Arnaldo Assunção; no cruzamento da Avenida Beira Rio com a Rua Demóstenes Olinda, na Madalena; e no Largo da Bomba do Hemetério, na Rua Chã de Alegria. Ao todo, já são mais de 200 espaços espalhados por toda a cidade com temas diversos."

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