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Carnaval 2022: Pernambuco só deve decidir no próximo ano sobre realização da festa

Sábado de Zé Pereira será no dia 26 de fevereiro de 2022. Nesta sexta-feira (26), faltarão três meses para as festividades

Luisa Farias Cinthya Leite
Luisa Farias
Cinthya Leite
Publicado em 25/11/2021 às 17:37
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Guga Matos/JC Imagem
Secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, e secretário de Saúde, André Longo - FOTO: Guga Matos/JC Imagem
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Atualizada às 17h50

A decisão sobre a realização ou não do Carnaval no ano de 2022 não deve ser tomada ainda este ano. Durante coletiva de imprensa para atualizar a situação da pandemia da covid-19 no estado, o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, informou que o Governo de Pernambuco não tem pressa em definir a questão para o Carnaval ou para as festas de réveillon. 

“Muito provavelmente a decisão sobre o Carnaval não será tomada esse ano. Nós vamos observar o cenário epidemiológico para a tomada de decisão. Não temos pressa para fazer isso. A gente respeita muito todo o contingente que está envolvido no Carnaval, até por isso mesmo que a gente tem que observar os cenários e observar o que está acontecendo no mundo, o que está acontecendo no Brasil para a tomada de decisão com o maior suporte científico possível", disse o secretário. 

O secretário de Planejamento e Gestão de Pernambuco, Alexandre Rebêlo, foi na mesma linha de Longo e lembrou que faltam ainda três meses para o Carnaval do próximo ano. O sábado de Zé Pereira, primeiro dia da folia de momo, será no dia 26 de fevereiro. 

"Temos 3 meses pela frente (até o Carnaval), e já vimos esta cena (aumento de casos de covid) ocorrer antes olhando para a Europa em março de 2020. Vamos esperar o momento adequado para decidir (sobre o Carnaval)", apontou Rebêlo. 

Máscaras

André Longo informou que o governo não pretende abrir mão de exigir o uso de máscaras nos espaços públicos e privados. 

“Não vamos retirar a obrigatoriedade da máscara, como se aventou essa possibilidade em dezembro, pensando em termos 80% de pessoas completamente vacinadas. Não há segurança sanitária para retirada da máscara em locais públicos.”

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