TENSÃO

Casa Branca diz que Biden reforçou à Ucrânia poder dos EUA para "resposta rápida e decisiva" contra a Rússia

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden conversou no começou da tarde deste domingo (13) com o presidente ucraniano

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AFP

Publicado em 13/02/2022 às 15:13 | Atualizado em 13/02/2022 às 15:32
"Os cidadãos americanos devem sair agora", declarou Biden - BRENDAN SMIALOWSKI / AFP

A Casa Branca, através da sua conta oficial no Twitter, divulgou o teor da conversa do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no início da tarde deste domingo (13). Por telefone, os presidentes discutiram a escalada da tensão no país ucraniano, em função do avanço das manobras militares da Rússia. 

De acordo com a Casa Branca, Joe Biden deixou claro que os EUA responderiam "rápida e decisivamente a qualquer nova agressão russa contra a Ucrânia".

"Os líderes concordaram com a necessidade de continuar buscando diplomacia e dissuasão em resposta ao aumento militar da Rússia", pontuou na postagem a Casa Branca. 

Depois do frenesi de telefonemas entre líderes ocidentais e Moscou, no sábado (12), os esforços diplomáticos não conseguiram apaziguar as tensões em torno da crise da Ucrânia.

Na sexta-feira, Washington havia alertado que a Rússia enviou, para o entorno da Ucrânia, forças militares suficientes para lançar uma ofensiva "a qualquer momento".


O chanceler alemão, Olaf Scholz, advertiu, neste domingo (13), que as sanções ocidentais contra a Rússia podem ter efeito "imediato", no caso de uma invasão à Ucrânia.

"No caso de uma agressão militar contra a Ucrânia, que poria sua soberania e sua integridade territorial em risco, isso levaria a sanções duras, que preparamos cuidadosamente e que poderemos aplicar imediatamente com nossos aliados na Europa e na OTAN", declarou Scholz, na véspera de sua viagem a Kiev e, no dia seguinte, terça-feira, a Moscou.

 

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