Emocionante

Maria Lina explica o que ocasionou a perda de seu filho com Whindersson

A mãe de João Miguel sofre de uma condição que se tornou fator de risco na gravidez

Agnes Vitoriano
Agnes Vitoriano
Publicado em 20/11/2021 às 18:28 | Atualizado em 31/12/1969 às 21:00
Filho de Whindersson Nunes e Maria Lina nasceu com 22 semanas de gestação (Imagem: Reprodução)
Filho de Whindersson Nunes e Maria Lina nasceu com 22 semanas de gestação (Imagem: Reprodução)
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Em entrevista á ONG Prematuridade, Maria Lina, ex-noiva de Whindersson Nunes e mãe do pequeno João Miguel, explicou um pouco sobre a doença que motivou o aborto espontâneo e assim, levando a morte prematura do filho.

Em um emocionante relato, Maria conta que sofre de trombofilia e isso é um fator de risco para sua gravidez. Segundo ela, poderia ter sofrido o aborto de qualquer forma. "Eu tenho trombofilia. Então, eu poderia ter perdido o João com dois meses de gravidez, com um mês de gravidez, com três meses de gravidez. Eu perdi meu filho com seis meses", contou.

Em sua mente, Maria acredita que, apesar do acontecido, Deus teria dado a oportunidade da despedida com seu filho e isso acalma o seu coração. "Eu vi ele nascer.  O que acalma o meu coração é que eu prefiro pensar da seguinte forma: Deus me deu oportunidade de ter o meu filho na minha mão, de olhar ele, de me despedir dele”, detalhou.

João Miguel, segundo Maria, tinha rosto idêntico a de seu pai, Whindersson. "Ver o rostinho que era idêntico ao do pai. Nem o nariz era meu, nem a orelha era meu [sic]. Era tudo do pai", ela brinca. Ainda sobre o momento difícil no hospital, ela conta que escolheu ver o lado bom daquela situação porque não via outra saída. 

"Então, eu preferi ver o lado bom da situação. Eu tentei porque era a minha única saída. Eu não tinha mais saída porque o meu marido estava muito mal, minha mãe estava muito mal, a minha cunhada estava muito mal. Todo mundo que amava a gente, amava o nosso filho, estava muito mal", finalizou.

O que é trombofilia?

Trata-se de uma condição em que existe uma maior facilidade de formação de coágulos sanguíneos, o que pode levar no desenvolvimento da trombose ou até mesmo do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Na gravidez, isso pode se tornar um fator de risco.  

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