'Ideal era que todos saíssem vivos', diz governador sobre sequestro no Rio

Apesar de não ser o que Witzel queria, ele afirma que ato foi necessário para manter a segurança dos reféns
JC Online
Publicado em 20/08/2019 às 10:18
Foto: Foto: Mauro Pimentel / AFP


O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), se pronunciou acerca do sequestro que aconteceu na manhã desta terça-feira (20) em ônibus na ponte Rio-Niterói, e disse que o desfecho não foi o que ele queria, mas defendeu a tática policial no caso. 'O ideal era que todos saíssem com vida. Agora nós vamos cuidar da família dele [do sequestrador] e da dos reféns'. Witzel chegou ao local cumprimentando os policiais. 

"Foi um trabalho de excelência, se a PM não tivesse abatido o criminoso, muitas vidas não teriam sido poupadas, e é isso que está acontecendo nas comunidades: se a polícia puder abater quem está de fuzil, muitas vidas serão poupadas", disse. "Fizemos a oração do Pai Nosso junto com as vítimas e oramos pelo criminoso que morreu", completou o governador.

Após quase quatro horas, o sequestro de um ônibus na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro teve o seu desfecho. De acordo com o Coronel Mauro Fliess, porta-voz da Polícia Militar, William Augusto Nascimento, de 20 anos, morreu após ser atingido na perna por um atirador de elite. O revólver que o homem portava, de acordo com as autoridades, era de brinquedo. Nenhum dos 37 passageiros foi ferido e todos recebem cuidados médicos por procedimento de rotina.

O homem, que se identificou como policial militar para entrar no ônibus, não fez nenhuma demanda específica para liberar os reféns. Além da arma falsa, o criminoso portava gasolina e uma arma de choque, e ameaçava tocar fogo no coletivo. A motivação do crime não foi descoberta.

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