Opinião

Para que prorrogação do auxílio emergencial seja efetivada, Poder Executivo deve levar proposta ao Congresso

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu três modalidades de análises. A que mais agrada ao Palácio do Planalto é de que a prorrogação seja para mais três parcelas, sendo uma de R$ 500,00; a segunda de R$ 400,00 (quatrocentos reais) e a última de R$ 300,00.

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Publicado em 24/06/2020 às 9:41
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 Pedro França/Agência Senado
Fachada do Palácio do Congresso Nacional, em Brasília, no entardecer - FOTO: Pedro França/Agência Senado
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Sabe esse auxilio emergencial que foi proposto pelo governo, aprovado pelo Congresso Nacional e que tem tirado muitos brasileiros de uma situação de calamidade?

Pois esse auxilio emergencial, que hoje é de R$ 600 (seiscentos reais), e vai ser pago até o mês de julho, está para ser prorrogado, embora a equipe econômica do governo ainda esteja fazendo cálculos.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu três modalidades de análises. A que mais agrada ao Palácio do Planalto é de que a prorrogação seja para mais três parcelas, sendo uma de R$ 500,00 (quinhentos reais), a segunda de R$ 400,00 (quatrocentos reais) e a última a ser paga em setembro ou outubro, no valor de R$ 300,00.

Agora, para que essa prorrogação seja efetivada é necessário que o Poder Executivo encaminhe uma proposta ao Congresso Nacional e o receio do ministro da Economia Paulo Guedes é de que deputados e senadores aproveitem a onda e façam alterações no projeto, aumentem valores e isso o governo não quer.

Nesta quarta-feira (24), as lideranças governamentais no Congresso Nacional começam a fechar um acordo com deputados e senadores para evitar surpresas, que a conta aumente, as despesas subam e o presidente da República tenha de vetar, o que seria uma medida que desagrada a população.

O projeto ficará pronto até a próxima segunda-feira!

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