CINEMA

Leonardo Bittencourt revela o que ele e Carla Diaz fumavam durante as gravações dos filmes sobre o caso Von Richthofen

Nos longas, o ator é responsável por interpretar Daniel Cravinhos

Bruna Oliveira Augusto Tenório
Bruna Oliveira
Augusto Tenório
Publicado em 28/09/2021 às 17:03
INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
DANIEL Leonardo Bittencourt diz foco em Suzane lhe deu mais liberdade - FOTO: INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
Leitura:

O ator Leonardo Bittencourt, responsável por interpretar Daniel Cravinhos nos filmes "A Menina que Matou os Pais" e "O Menino que Matou Meus Pais", foi questionado por uma usuária do Twitter sobre o que ele e atriz Carla Diaz, que dá vida à Suzane von Richthofen nos longas, fumaram nas cenas em que o casal de namorados faziam o uso de drogas. "Leo, o que vocês fumam no filme? Tipo, o que tem dentro?", perguntou uma seguidora no Twitter.

Matando a curiosidade da fã, o ator respondeu que os dois fumavam camomila. Mas essa não é a única dúvida que tem tomado conta do público desde a última sexta-feira (28), quando os filmes foram lançados. A verdade todo o drama envolvendo o crime tem gerado grande curiosidade por parte dos telespectadores.

>> Após lançamento de A Menina Que Matou Os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, veja como estão os envolvidos no Caso Richthofen atualmente

>> Daniel disse x Suzane disse

>> Veja o que é real e ficção nos filmes A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais

O motivo de tantas especulações é que em "O Menino que Matou Meus Pais", a história é narrada por Suzane von Richthofen, que conta a sua versão sobre o que a teria levado a planejar o assassinato dos pais. O casal foi morto por seu namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele Cristian. Já em "A Menina que Matou os Pais" é a vez do público conhecer a versão de Daniel, que é contrária a de Suzane.  

Entenda as principais polêmicas envolvendo os filmes do caso Richthofen

O crime, que chocou o país nos anos 2000, foi destrinchado em dois longas produzidos simultaneamente, que apresentam pontos de vista diferentes sobre o crime. Além de Suzane e dos pais, havia outro membro na família: Andreas von Richthofen. Na época do crime, o jovem tinha apenas 15 anos de idade.

A polêmica sobre a produção, assinada pelo diretor Maurício Eça e estrelada por Carla Diaz, começou antes da estreia. Quando os filmes foram anunciados, internautas apontaram que os títulos poderiam, de certa forma, reverenciar os criminosos.

Suzane von Richthofen foi condenada a 39 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado no caso do assassinato dos seus pais, Marísia e Manfred Albert von Richthofen. A mesma condenação foi dada ao namorado da vítima Daniel Cravinhos. Já o irmão do rapaz, Cristian, foi condenado a 38 anos.

"Quando decidimos fazer os dois, percebemos que cada depoimento tem uma nuance. Há histórias que aparecem em um filme, mas não em outro. Cada um resolveu contar uma narrativa que defenda a sua verdade. Então, construímos esses dois longas como um quebra-cabeça que se encontra", comentou o diretor ao Estadão.

Outro ponto de polêmica foi a questão dos direitos autorais, Internautas questionaram se Suzane von Richthofen e os demais envolvidos poderiam receber alguma parte dos lucros do filme. Segundo Carla Diaz, que interpreta a mulher nos longas, isso não vai acontecer.

"Os envolvidos no caso real não têm participação alguma na produção dos filmes. Ou seja, eles não têm participação em direitos autorais e em qualquer tipo de lucro. Eles também não têm participação artística. Não houve isso", garantiu a ex-BBB.

Comentários

Últimas notícias