INCÊNDIOS NO RIO

Governador do Rio diz que 12 foram presos após ataques aos transportes: "Terrorismo"

Os ataques têm se concentrado na Zona Oeste do Rio

Cadastrado por

JC

Publicado em 23/10/2023 às 19:53 | Atualizado em 23/10/2023 às 19:57
Milícia manda tocar fogo em ônibus no Rio de Janeiro - REPRODUÇÃO

O governador Cláudio Castro afirmou que os incêndios a ônibus e trem no Rio de Janeiro, na tarde desta segunda-feira (23), foram "ataques terroristas". Castro concedeu entrevista para falar sobre os ataques e a morte do miliciano Matheus da Silva Rezende em operação da Polícia Civil, o que motivou incêndios a 35 ônibus e um trem. 

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Segundo o governador, a morte de Matheus, que era conhecido com Faustão ou Teteu, faz parte da estratégia de tentar capturar os três maiores criminosos do estado.

Os ataques ocorreram em represália a morte de Matheus, que é sobrinho do miliciano Zinho. “Esses três criminosos; Zinho, Tandera e Abelha: não descansaremos enquanto não prendermos eles”, disse Castro.

De acordo com Castro, 12 foram detidos por suspeita de participação nos ataques aos ônibus e serão mandados para presídios federais.

TERROR NA ZONA OESTE

Os ataques têm se concentrado na Zona Oeste do Rio. Diversas ruas foram fechadas devido à queima de outros veículos e pneus. Segundo a mídia do Rio, às 16h50, o município entrou em estágio de mobilização, o segundo nível em uma escala de cinco e significa que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade.

Ainda segundo Castro, "no meio da operação, houve uma resistência e depois veio a óbito o Matheus Rezende, conhecido como Faustão ou Teteu. ele era responsável pela guerra e também pela união com o tráfico, com as narcomilicias. Alguns dizem que ele era preparado para ser o sucessor do miliciano Zinho”

O governador também diz que espera prender Zinho "nas próximas horas"

 

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