Audiência com acusado de matar fisioterapeuta no Recife é marcada por protesto

Familiares e amigos de Tássia Mirella Sena convocaram mobilização para pedir que Edvan Luiz não responde ao crime em liberdade
JC Online
Publicado em 06/04/2017 às 14:30
Familiares e amigos de Tássia Mirella Sena convocaram mobilização para pedir que Edvan Luiz não responde ao crime em liberdade Foto: Foto: Reprodução/Facebook


Com a autuação em flagrante do comerciante Edvan Luiz, 29, pelo assassinato da fisioterapeuta Tássia Mirella Sena, 28, familiares e amigos da vítima convocaram um protesto para que, durante audiência realizada na tarde desta quinta-feira (6), no Fórum Rodolfo Aureliano, na Ilha de Joana Bezerra, seja decidido que o homem não responda ao crime em liberdade.

Dezenas de amigos, familiares e conhecidos da vítima estão juntos desde o fim da manhã na frente do fórum, cobrando por justiça. Com cartazes nas mãos, as pessoas pedem que o comerciante acusado de assassinar brutalmente Mirella responda pelo crime preso.

 

De acordo com o chefe da Polícia Civil Joselito Kehrle, "não há dúvidas" de que Edvan foi o responsável pela morte da jovem. Mirella foi encontrada morta com um corte profundo no pescoço e nas mãos, dentro do flat onde morava, na Rua Ribeiro de Brito, em Boa Viagem, na manhã dessa quarta-feira (5).

Ainda segundo Joselito, o crime teve motivação sexual e a vítima teria entrado em luta corporal contra o acusado para tentar sobreviver. Edvan teria premeditado o crime e entrado no apartamento da vítima enquanto a esposa dele não estava em casa.

Velório

 

A família e os amigos da jovem estão inconsoláveis e ainda não acreditam na forma brutal como Mirella foi assassinada. "Eu não aceito a morte da minha filha desse jeito, Deus não queria isso para mim, eu quero justiça. Mirella era uma guerreira e lutava contra a violência contra a mulher. É uma dor muito grande, estou sem forças", afirmou a mãe da vítima, Isabel Araújo, durante o velório da jovem numa funerária do bairro de Santo Amaro.

 

 

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