AFP
Publicado em 10/01/2018 às 11:28
O exército birmanês admitiu nesta quarta-feira (10) seu envolvimento no massacre de dez rohingyas, reconhecendo pela primeira vez a existência de fossas comuns de membros desta minoria muçulmana no estado de Rakhine (norte).
"Moradores da aldeia de Inn Din e membros das forças de segurança admitiram que mataram dez terroristas bengalis", indicou o escritório do chefe do exército em uma publicação no Facebook, recordando eventos do dia 2 de setembro.
A mensagem usa um termo pejorativo para se referir aos rohingyas, vítimas da repressão do exército birmanês, que a ONU acusa de limpeza étnica.