ELEIÇÕES 2022

Veja propostas da pré-candidata ao governo de Pernambuco Raquel Lyra para combater a pobreza no Grande Recife

O JC ouviu, nesta sexta-feira (8), pré-candidatos ao Governo de Pernambuco sobre possíveis soluções para o problema da desigualdade no Estado

Cadastrado por

Cássio Oliveira

Publicado em 08/04/2022 às 21:23
CRÍTICA Ex-prefeita de Caruaru disse que o governo não saiu do Palácio para transformar a realidade da população - DIVULGAÇÃO

Números divulgados no Boletim Desigualdade das Metrópoles apontaram que o Grande Recife é uma das áreas metropolitanas do Brasil com o maior percentual de pessoas vivendo com 1/4 de salário mínimo.

Em 2021, a capital e seu entorno mantiveram 39,8% de indivíduos sobrevivendo com R$ 275 per capita, valor que corresponde a 1/4 do salário mínimo vigente no ano passado, de R$ 1.100.

Na Região Metropolitana do Recife, a renda média passou a ser a terceira pior dentre as metrópoles brasileiras: R$ 831,66. No recorte dos mais pobres, é aqui onde a situação de vulnerabilidade mostra-se ainda pior. Já que o Grande Recife detém o título de metrópole onde os mais pobres têm o pior rendimento do País.

Nos próximos meses o assunto deve estar ainda mais em evidência, pois já entramos na pré-campanha da disputa pelo Governo de Pernambuco e os postulantes devem atacar o problema.

O JC ouviu, nesta sexta-feira (8), pré-candidatos ao Governo de Pernambuco sobre possíveis soluções para o problema da desigualdade no Estado. Os planos de governo ainda estão na fase de construção, mas, ainda assim, os postulantes trataram do tema.

Confira o posicionamento de Raquel Lyra (PSDB)

Raquel Lyra é pré-candidata ao Governo de Pernambuco pelo PSDB - DIVULGAÇÃO

O nosso Estado ocupa novamente mais uma triste liderança. Levantamento divulgado pelo Boletim Desigualdade das Metrópoles aponta que a renda média da população que vive no Grande Recife é a terceira pior entre as metrópoles brasileiras.

A pesquisa escancara o que vemos nas ruas das nossas cidades, a fragilidade das políticas públicas estaduais, tanto na geração de oportunidades pela via da economia quanto da rede de proteção social. É, infelizmente, o Pernambuco real. Precisamos resgatar o Estado para que ele cumpra a sua razão de ser, cuidar da nossa gente.

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