Não escolho dia para votação do impeachment, diz Cunha

Cunha afirmou ainda que, na próxima semana, serão definidos os últimos detalhes da sessão do impeachment
Do Estadão Conteúdo
Publicado em 08/04/2016 às 16:29
Cunha afirmou ainda que, na próxima semana, serão definidos os últimos detalhes da sessão do impeachment Foto: Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil


Após críticas de que poderia transformar Brasília em um campo de batalha entre manifestantes contra e a favor do governo Dilma Rousseff, caso a votação do impeachment da presidente fique para o domingo, dia 17, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que não escolhe o dia da apreciação e apenas segue o calendário regimental.

Segundo ele, havendo votação do parecer na Comissão Especial na segunda-feira, 11, o texto será lido em plenário no dia seguinte, para publicação no Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira, 13. 

Após isso, serão contadas 48 horas para o início das discussões no plenário, que culminarão na votação. A previsão é que essa sessão se estenda de sexta-feira (15) a Domingo (17).

"Não vai se escolher um dia para fazer a votação. Estamos dando sequência ao calendário. Pode ser domingo, sábado, sexta ou segunda", disse o peemedebista.

Segurança

Cunha afirmou ainda que, na próxima semana, serão definidos os últimos detalhes da sessão do impeachment, como esquema de segurança e acesso ao plenário. 

Ele indicou que a presença nas galerias não será liberada ao público. "Não vai conseguir atender todo mundo na galeria. Vai gerar briga, claque", disse. O uso do espaço, que comporta 250 pessoas e costuma ser usado para pressão a parlamentares em dias de votação, ainda será definido. Entre as possibilidades, está a liberação para jornalistas credenciados ou parentes dos deputados.

 

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