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Cocaína e armas são apreendidas na operação da Polícia Civil na Inferno Coral e Torcida Jovem

Operação Abrea Alas da Polícia Civil apreendeu vários objetos utilizados como armas, além de pequena quantidade de cocaína nas sedes da Inferno Coral e Torcida Jovem

Gabriela Máxima
Gabriela Máxima
Publicado em 21/02/2020 às 9:50
Bruno Campos/Divulgação
FOTO: Bruno Campos/Divulgação
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Vários objetos utilizados como armas e uma pequena quantidade de cocaína foram apreendidos durante a Operação "Abre Alas" da  Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira, nas sedes da Torcida Jovem do Sport, e Inferno Coral, do Santa Cruz. De acordo com o delegado da Joel Venâncio, diretor de Coordenação de Operações e Recursos Especial (Core), os mandados de busca e apreensão foram solicitados pela Delegacia de Polícia de Repressão e Intolerância Esportiva após a confusão protagonizada pela uniformizada do Sport na festa de aniversário do Santa Cruz, no último dia 3 de fevereiro. A operação também tem como objetivo inibir novos confrontos durante o Carnaval, algo que estava previamente marcado para acontecer entre as torcidas. Por conta da droga apreendida, nove pessoas foram encaminhadas para a delegacia para prestar depoimento.

Bruno Campos/Divulgação
Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação
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Operação Abre Alas na Torcida Jovem e Inferno Coral - Bruno Campos/Divulgação

DOSSIÊ ORGANIZADAS

O delegado explicou a operação. "Hoje foi deflagrada a Operação Abre Alas que visa cumprir quatro mandados de busca e apreensão. Esses mandados foram solicitados pela Delegacia de Polícia de Repressão e Intolerância Esportiva, que é aqui do Core. E foram deferidos pelo juiz da quarta vara criminal, doutor Gilvan Macedo, para serem cumpridos nas sedes da Torcida Jovem e Inferno Coral. Os mandados visam apreender objetos que são utilizados como armas. Já foram utilizados e possivelmente seriam novamente. Objetos como barrotes, bombas, soqueiras e dados cadastrais dos membros, porque estamos em um processo de identificação dessas pessoas para verificar se estão envolvidos em práticas criminosas", esclareceu o delegado, que disse que sedes e lojas da uniformizadas foram alvo da operação.

DETALHES DA APREENSÃO

O delegado Joel ainda explicou que nove pessoas, uma mulher e oito homens, foram encaminhadas para a delegacia por conta da apreensão de uma pequena quantidade de cocaína na sede da Inferno Coral, no Arruda.

"Foi apreendido um vasto material na sede do Santa Cruz, que fica no Arruda, foi apreendido uma pequena quantidade de cocaína e uma balança de precisão. Por conta disso, nove pessoas que estavam lá, oito homens e uma mulher, foram trazidos para prestar depoimento, já que ninguém assumiu ser o dono da droga. Todos são ouvidos e vai ser instaurado um inquérito próprio para apurar essa questão do tráfico de drogas. Esses mandados foram expedidos por conta de um inquérito policial aberto para apurar um ataque da torcida Jovem contra torcedores do Santa Cruz no dia 3 de fevereiro, dia do aniversário do Santa Cruz. Foi um ataque muito violento. Inclusive, as imagens desse ataque circularam pelas redes sociais como foram divulgadas na mídia e a gente está trabalhando para identificar os autores desse crime. O inquérito foi instaurado para apurar o crime de organização criminosa que é quando as pessoas se associam para prática de crime graves. No caso dessas organizadas, eles estão associados para roubar e agredir se for o caso até a morte. Eles roubam a bandeira da torcida organizada e depois exibem como se fossem troféus. É uma forma de incitar o confronto. Tinha risco de novo confronto no Carnaval. Essa medida é uma forma de inibir o confronto no Carnaval.

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