Caso Levy não atinge a Câmara, que está blindada da 'usina de crises', diz Maia

Maia fez o comentário ao ser questionado sobre o pedido de demissão do agora ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Joaquim Levy
Estadão Conteúdo
Publicado em 17/06/2019 às 13:47
Maia fez o comentário ao ser questionado sobre o pedido de demissão do agora ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Joaquim Levy Foto: Foto: Antonio Augusto/ Câmara dos Deputados


Em entrevista à emissora BandNews, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a Casa está "blindada da usina de crises que começou a ser criada na última sexta-feira (14) pela equipe econômica" do governo.

Maia fez o comentário ao ser questionado sobre o pedido de demissão do agora ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Joaquim Levy. A demissão é "um direito do governo", mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, não agiu de forma adequada ao comentar o assunto, "apesar de ser um homem educado", afirmou Maia. 

Otimismo

O presidente da Câmara reforçou que está otimista sobre a agenda da reforma da Previdência, que deve ser votada na semana que vem na Comissão Especial. "Esperamos que seja votada em plenário ainda no primeiro semestre, antes do dia 15 de julho, quando entramos no recesso". Afirmou, também, que "aprovada a Previdência no dia 26, a gente instala a Comissão da reforma tributária dia 27 e começa a trabalhar nela".

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