reajuste salarial

Ministra de Lula defende a gestão de críticas por falta de reajuste aos servidores federais

Ministra Esther Dweck rebate críticas por falta de reajuste salarial dos servidores federais e indica que alterações estão sendo feitas de acordo com o arcabouço, líder da pasta de gestão e inovação responsabiliza estagnação salarial de governos anteriores.

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Cynara Maíra

Publicado em 17/01/2024 às 11:16 | Atualizado em 18/01/2024 às 6:26
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Nesta quarta-feira (17), no programa do Governo Federal "Bom dia, ministra" a líder do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, rebateu críticas sobre a falta de reajuste dos servidores federais

A ministra reconheceu que o salário dos servidores federais está defasado, mas indicou que a situação precisa ser modificada com cautela, baseada nas novas definições do Arcabouço fiscal

MINISTRA DE LULA FALA SOBRE QUESTÃO DO REAJUSTE SALARIAL DOS SERVIDORES

Durante o programa, a ministra adereçou a pressão de algumas categorias por um reajuste salarial. Segundo Esther Dweck, as mudanças no salário dos servidores precisarão respeitar o arcabouço fiscal. 

Dweck assumiu que os servidores estão com os salários desvalorizados nos últimos anos, o que atribuiu indiretamente à falta de mudanças no quesito em gestões anteriores, mas indicou que reajustes estão sendo feitos, mas "dentro dos limites do nosso arcabouço fiscal, dentro de uma responsabilidade fiscal". 

Esther ainda ressaltou que os servidores do Executivo Federal conseguiram um aumento salarial linear de 9% em 2023, após a autorização do Congresso Nacional. Também houve um aumento de 43% no auxílio-alimentação, de R$ 458 para R$ 658 ao mês. Nessa alteração, foi indicado que existiam servidores sem reajustes desde 2017, enquanto outros desde 2019. 

Para 2024, apenas algumas categorias, como a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) conseguiram realizar acordos de reajuste.

A ministra afirmou que o presidente Lula (PT) consegue manter um diálogo "democrático, correto, aberto e transparente" com os servidores, ao conciliar os limites orçamentários com o direito dos servidores de terem déficits. 

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